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Publicado em 03/05/2018 21:35

1º de maio de resistência e luto – Pelos direitos dos trabalhadores e pelas vitimas da ocupação

O ato do 1º de Maio (Dia Internacional dos Trabalhadores) deste ano teve além do lema da RESISTÊNCIA, a triste coincidência com o gigantesco incêndio ao antigo prédio do INSS e da PF que aconteceu na madrugada. As vítimas como sempre; trabalhadores sem teto que não conseguem mais pagar os aluguéis abusivos com seus miseráveis salários. Sabe-se que até o momento há uma morte confirmada e que há dezenas de desaparecidos, sendo impossível calcular o número de vítimas fatais, enquanto os bombeiros não removerem os escombros.

Vale ressaltar que o “poder público” já começa a jogar nas costas das vítimas a culpa da tragédia. Os verdadeiros culpados pela falta de moradia no país usam a imprensa para dissimular o problema e esconder suas responsabilidades. Os governos também dever dar função social aos terrenos e prédios públicos, inclusive transferindo-os ao municípios para que sejam utilizados para moradia popular. O ex. prefeito e candidato a governador João Dória tentou criminalizar os movimentos dizendo que lá havia bandidos de facção criminosa. Já o ilegítimo Temer teve o cinismo de – mesmo sendo responsável pelo prédio – aparecer para ver a tragédia, mas de pronto foi escurraçado pelos desabrigados e populares que já estavam indignados.

Contudo o ato dos trabalhadores prosseguiu incluindo em suas falas as denuncias contra a reforma trabalhista, a lei da terceirização e a tentativa de acabar com a aposentadoria, que foi derrotada pela mobilização do povo nas ruas. Todos também chamaram a atenção para a prisão ilegal do presidente Lula que tem como objetivo impedir que um governo popular eleito pelo povo possa frear a retirada dos direitos e a quebra do Pais com a venda de todo o seu patrimônio e riquezas a interesses estrangeiros.
Manuela D’ Avila, pré candidata a presidente pelo PCdoB também esteve no ato e falou com todas as letras que se eleita revogaria todas as medidas de Temer que tiram direitos sociais do povo. Ela também defendeu a liberdade de Lula por julgar frágeis as denuncias contra ele e terem objetivos políticos. Manuela aposta na unidade dos movimentos populares e dos partidos progressistas para resistirem a onda de ódio lançada pela elite brasileira e potencializada pela grande mídia comercial. Artistas como Leci Brandão, Preta Rara e outros também usaram da arte para protestar contra essa onda que se abate contra o povo trabalhador.
O MDM em conjunto com seus coordenadores e associados acompanhou todo o ato e empunhou suas bandeiras na defesa da moradia popular e na resistência ao golpista Temer e sua corja que quer implantar no brasil um novo tipo de escravidão, através do trabalho precário e sem direitos.
Para o movimento, lutar é a única opção que existe! Por isso cada vez mais os associados serão envolvidos no debate e em ações que interessam a vida de cada um, para que possam ser multiplicadores de idéias que transformem o Brasil.
Confira o vídeo do MDM no 1º de Maio: 

Confira mais fotos deste 1º de maio de luta e resistência:

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