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Publicado em 13/06/2022 15:35

MDM participa de evento nacional pelo Direito à Cidade

por Tonhão – coordenador Comunicação

A Coordenação do Movimento pelo Direito à Moradia participou entre os dias 3 e 5 de junho, da Conferência Popular pelo Direito a Cidade, realizada em São Paulo. O MDM esteve presente por estar filiado à FACESP e a CONAM, que estiveram na idealização e organização do evento, que teve sua abertura com uma grande “Marcha pelo Direito a Cidade”, no percurso entre o Largo do Paissandu (onde o Edifício Wilton Paes, ocupado por “Sem Teto” desabou em 2018, tirando a vida de 7 pessoas e 2 desaparecidas) e o Pátio do Colégio (local de fundação da Cidade de São Paulo. Vários associados estiveram presentes fortalecendo o dia de luta.

Na parte da noite, foi aberta oficialmente a Conferência, no Salão Nobre da Universidade de Direito Largo São Francisco / USP. Naquele espaço que formou tantos brasileiros ilustres, o povo dos movimentos e associações tiveram vez para abrir sua própria Conferência e falar dos problemas que afetam a vida do povo que está em bairros da periferia. Todas entidades nacionais, o Fórum Nacional de Reforma Urbana – FNRU e o BrCidades falaram na abertura. Os Coordenadores do MDM e Diretores da FACESP representaram bem seus associados e filiados.

No dia seguinte – sábado – a Conferência iniciou os debates de 16 temas diferentes, que foram trazidos dos estados, após vários eventos, através de propostas sobre moradia, regularização fundiária, saneamento, transporte e meio ambiente. Cada grupo aconteceu nas sedes de entidades ou sindicatos. Houve grande troca de experiências e de conhecimento adquirido entre lideranças de todo o país. Ao fim do dia, fora as propostas que vieram dos estados e puderam ser ajustadas, outras 3 propostas novas puderam ser aprovadas em cada grupo temático.

No domingo(5), no Sindicato dos Metalúrgicos de SP, foi feita a sistematização de todas as proposta e colocadas num único documento: Plataforma de Lutas Urbanas, que será entregue aos candidatos a presidente e governador, do campo popular e democrático. Além disso foi aprovada, ao final da Conferência, a Carta que apontava que “a unidade é a chave da esperança e da mudança”. Os 600 delegados de todo o Brasil trabalharam intensamente para produzir um conteúdo que vai orientar entidades e movimentos para o embate eleitoral que acontece em outubro desta ano e a organização das lutas.

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