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Publicado em 13/03/2019

DIA DA MULHER É DIA DE PROTESTAR!

O MDM, juntamente com militantes da FACESP/CONAM estiveram presentes no ato do Dia Internacional da Mulher, com seus coordenadores(as) e associados(as), dando sua contribuição ao grandioso 8 de Março realizado na Av. Paulista – com concentração as 16h, e que seguiu pela Rua Augusta – á partir das 18:30h, chegando até a Praça Roosevelt – as 21h, no Centro de São Paulo.
O Ato Unificado que reuniu uma ampla frente de movimentos sociais, entidades e coletivos feministas, centrais sindicais e população que veio voluntariamente, colocou na rua aproximadamente 70 mil pessoas, sendo considerado um dos maiores já realizados em São Paulo. A manifestação assumiu um caráter nacional ao denunciar o governo Bolsonaro e seus ataques a Previdência Social, o que atinge principalmente as mulheres, sejam do campo ou da cidade, fazendo com que elas trabalhem mais, e ignorando que elas já cumprem tripla jornada.
A unidade das mulheres se deu em vários temas sensíveis a elas, como: o combate a violência contra a mulher, incluindo ai o assédio moral, psicológico e sexual, o machismo, o racismo, a homofobia, e principalmente o feminicídio. Foi lembrado durante o ato que em 2018, uma mulher foi morta a cada 2 horas no Brasil. Por isso a “liberação das armas” pelo governo Bolsonaro, ameaça tanto suas vidas. Damares foi lembrada como a ministra que não representa a pauta feminina, pelo contrário, se opõe a ela, por sua visão conservadora e atrasada.
O Ato transcorreu pacificamente com palavras de ordem que pediam o respeito as terras de populações indígenas, feitas por mulheres de aldeia. Assim como foram lembradas políticas públicas como o Minha Casa Minha Vida, cujo contrato era feito em nome da mulher. Surgiram nos discursos a importância da educação não machista, nas famílias e nas escolas com respeito a condição feminina.
As mulheres e todos os que apoiam sua causa por justiça, igualdade e direitos, sentiram ter cumprido sua missão. Por outro lado ficou claro que as mulheres também não abrem mão de defender suas vidas, a democracia e o Brasil, pois um país sem soberania – mandado pelos outros – jamais poderá garantir uma vida digna a seu Povo, e muito menos, as mulheres!
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