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Publicado em 08/09/2019

7 de Setembro de LUTO!

Ativistas do MDM e FACESP atenderam ao chamado da convocação para o Ato de Protesto que se concentrou desde ás 9 da manhã na Praça Osvaldo Cruz – na Av. Paulista – e desceu a partir 11 horas pela Av. Brigadeiro Luiz Antonio, seguindo até ao Monumento das Bandeiras no Parque Ibirapuera, onde o ato foi encerrado. Neste 25º Grito dos Excluídos, os estudantes deram o tom chamando atenção para os cortes no financiamentos da educação, mas também o desmatamento e as queimadas foram foco do ato, neste 7 de setembro.
Estudantes, movimentos sociais e sindicatos denunciaram os ataques do presidente Bolsonaro a educação, a ciência e a pesquisa, comprometendo ao futuro do país. Pressionado pelo movimento estudantil, o presidente reagiu de forma vingativa, tomando o direito das entidades de emitirem a carteira do estudante, num ato de total desequilíbrio, onde ele disse que UNE e UBES “promovem o socialismo” dentro das escolas, aumentando seu repertório de absurdos.
Na mesma linha, também chamaram a atenção para o total descaso com a Amazônia e seus povos, perseguindo ativista ambientais e organizações que contribuem com a preservação. Neste caso, tanto o presidente quanto seu Ministro, Ricardo Salles, tentam se passar (sem sucesso) por patriotas e defensores da soberania, recusando receber recursos da Europa, enquanto diz que o país está falido. O número recorde de desmatamento e queimadas é resultado da redução da fiscalização, do ataque ao INPE e da visão entreguista que o atual governo tem, da maior floresta do planeta, que em pouco tempo poderá ser explorada por estrangeiros.
A cada ato ou manifestação o MDM e a FACESP consideram que o povo se conscientiza, acumula mais força e ajuda a desgastar o governo anti-popular e anti-nacional de Bolsonaro. Os movimentos comunitários chegam até a comunidade, discutem seus problemas e buscam soluções a partir da organização popular. Essa pedagogia das ruas vai criar um povo ciente de seu papel e movimentos mais unificados em torno da bandeira dos direitos sociais e da democracia….. vou ficar a pátria livre, ou morrer pelo Brasil!
 
Matéria por Tonhão – Diretor de Comunicação FACESP e CONAM

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