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Publicado em 09/10/2019

Jornada Nacional de luta por moradia reúne movimentos em São Paulo

Na manha desta segunda-feira(7), o MDM se colocou ao lado dos demais movimentos que celebram a data do “Dia Mundial dos Sem Teto” para lembrar que no mundo e aqui no Brasil, milhões ainda não tem acesso a esse direito elementar. Por esse motivo, movimentos nacionais e suas filiadas nos estados ocuparam as ruas de São Paulo para denunciar o completo desmanche da política habitacional, imposta por Paulo Guedes e Bolsonaro.
No planejamento do ato, cada federação de movimentos se concentrou e partiu de um ponto diferente no centro da cidade, todos em direção ao prédio do Ministério da Fazenda e SPU, localizado na Av. Prestes Maia – Centro. Foram 5 marchas coordenadas para chegarem ao mesmo tempo e criar um impacto de mobilização. Ressalta-se aqui o clima de unidade de ação entre os movimentos sociais e a pressão que fizeram na entrada do prédio para serem atendidos, depois de duas horas. Do lado de fora, Tonhão e Nilda representavam MDM e FACESP no caminhão de som, reforçando a denúncia contra descaso do governo com a habitação.
Na Carta Aberta publicada pelas Entidades Nacionais, e apresentada ao Superintendente de Administração – Donizete Rosa, estavam as principais exigências dos movimentos: priorizar baixa renda em programas de produção habitacional, regularização fundiária e urbanização de favelas; revisão do orçamento, aumentando recursos para moradia popular; retomar obras paradas e contratar novos empreendimentos; fim dos saques indiscriminados ao FGTS; não à venda da CAIXA – banco de fomento a habitação, e destinação de áreas públicas federais a projetos de moradia popular.
Durante a reunião foi apresentado os motivos da ação nacional dos movimentos, protocolado o Ofício já enviado a Brasília, ao Ministro Gustavo Canuto (MDR), e também lavrada uma ata que registrou a reunião com as Entidades. Ainda ficou acertado com o Superintendente – Donizete Rosa, que aproximadamente, em 15 dias se agende uma reunião com a Superintendência do Patrimônio da União em São Paulo, e um representante do Ministério da Economia.
Matéria por Tonhão – Coordenador de Comunicação MDM

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