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Publicado em 15/09/2020

MDM Retoma suas atividades e a luta, mesmo com cuidados

Depois de 6 meses sem reuniões, o MDM decidiu reunir dois de seus cinco núcleos de moradia e duas ocupações. O encontro ocorreu com todas as medidas de segurança: distanciamento, máscaras, álcool gel, água e sabão. Foi muito tempo sem o diálogo que era feito todos os meses, atualizando as informações, e debatendo temas de interesse dos associados.

Nilda Neves falou com muito pesar do fim do Minha casa Minha Vida, pelo governo Bolsonaro e também lamentou que o programa “Pode Entrar” da prefeitura de São Paulo, não teve início este ano. Apesar de tudo, o MDM ganhou tempo para deixar todos os projetos prontos para contratação, assim que começar o ano que vem.

Tanto na reunião do Projeto Guarapiranga que ocorreu ontem às 10h, quanto na do Piraporinha que foi às 14h houve muita participação, e animação pela retomada gradual das atividades. Nilda ressaltou que ainda não serão realizadas reuniões todos os meses e que a próxima se dará apenas em novembro. Também informou sobre o projeto de empreendedorismo e geração de renda que o movimento vai fazer, incluindo ações virtuais e presenciais para ensinar a produzir e vender artesanatos. Ela agradeceu a todos pelas doações feitas pelos associados em alimentos, máscaras e roupas, que ajudaram muitas outras famílias.

Tonhão, Coordenador de Comunicação (licenciado) trouxe a informação sobre o Projeto do governador João Dória, que pretende vender ou acabar com 10 empresas que prestam serviços públicos à sociedade.

Entre elas está a CDHU, que cuida justamente de produzir habitação para famílias de baixa renda, deixando o povão desamparado. Para defender a habitação popular, o MDM, junto com outros movimentos vão a Assembléia Legislativa, neste dia 16 (quarta), as 15 horas, para pressionar os deputados a não aprovar esse projeto, tão prejudicial ao povo de São Paulo.

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