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Publicado em 13/04/2018 19:55

Solidariedade e Resistência – Lula livre!

Após menos de 24 horas de juízes do STF terem negado o “habeas corpus” a Lula – alguns por pura covardia – o juizeco Moro, mesmo antes de esgotar os recursos da defesa, pediu a prisão do ex. presidente, confirmando mais uma vez sua perseguição a Lula e seu compromisso com os setores da elite que temem que o povo dê um basta nas desgraças provocadas por Temer e sua quadrilha, elegendo Lula mais uma vez e apoiando outro projeto, onde haja espaço para o povo.
Lula buscou o conforto de sua primeira casa, o “sindicato dos metalúrgicos do ABC”, onde iniciou sua trajetória política, sempre defendendo os trabalhadores. Foi intimado por Moro na quinta-feira já a noite para se entregar no dia seguinte até ás 17h, em Curitiba, ou seria capturado pela Polícia Federal. Diante de tal afronta, dezenas de movimentos populares se deslocaram para SBC, onde Lula estava reunido com outras lideranças e cercaram o prédio.
Deu ás 17h, e a esta altura o sindicato era um formigueiro de gente. Ninguém da Polícia Federal ou PM ousou cumprir a ordem de Moro. Lula permaneceu tranquilamente no sindicato, onde repousou e continuou no dia seguinte, quando ás 9h foi realizada a missa de um ano, em homenagem a Dona Marisa, conduzida pelo Bispo Dom Angélico Sândalo que testemunhou o compromisso histórico de Lula com os mais pobres.
Imediatamente após a missa, iniciou-se o ato em solidariedade ao ex. presidente. Várias lideranças políticas, inclusive os pré candidatos Manuela Davila e Guilherme Boulos, religiosos, artistas e ativistas sociais usaram da palavra para trazer seu apoio a Lula e falar da indignação contra o estado de exceção que se implantou no Brasil, onde juízes criam suas próprias leis para perseguirem aqueles que de alguma forma representam ameaça ao projeto anti popular instalado pelo golpista Temer.
Apesar do apelo dos milhares de manifestantes que cercavam o sindicato, para Lula não se entregar, ele no alto de sua maturidade preferiu cumprir a ordem judicial, mesmo discordando completamente da motivação. Os militantes ao saberem de sua decisão tentaram barrar a saída do carro que o levaria para o aeroporto, onde embarcaria para Curitiba. Foram momentos tensos, onde por fim liberaram a saída do ex. presidente.
 
De lá, Lula foi encaminhado para exame de corpo delito no prédio da PF na Lapa, de onde veio de helicóptero para o aeroporto de Congonhas, onde pegou o avião para Curitiba. Já era grande o número de militantes que aguardavam a chegada de Lula no aeroporto, que após a decolagem no avião, se rebelaram e fecharam a Avenida Washington Luís, que depois de algum tempo foi liberada pela PM com o uso da força e bombas de gáslacrimogêneo. Mas a luta por justiça para Lula esta apenas começando…
Assista a entrevista de Tonhão para os Jornalistas Livres de dentro do sindicato dos metalúrgicos do ABC:

Confira abaixo mais imagens desses dias de luta e resistência que apenas deram início ao processo de resistência do Brasil contra a ditadura do judiciário e a prisão política do Presidente Lula:

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