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Quem Somos

O Movimento Pelo Direito à Moradia (MDM) é um movimento social de moradia popular que luta por moradia digna, prioritariamente para famílias de baixa renda, moradoras de áreas de risco e irregular, atuando na regularização fundiária, urbanização de favela, e também na defesa de moradia popular na região central da cidade. Também defende uma educação de qualidade para todos, saúde, cultura, lazer e transporte público, como forma de melhorar as condições de vida da população.

HISTÓRIA DO MDM

O MDM iniciou sua trajetória de Luta apenas um movimento social. Hoje é uma organização constituída juridicamente, conforme, tanto pela sua atuação na Luta em defesa da moradia digna na cidade de São Paulo, como também por participar de vários segmentos sociais, propondo políticas públicas que atendam as necessidades da população (saúde, cultura, meio ambiente, etc). Todavia, o MDM também não se limita apenas à disputa de projetos habitacionais, mas também concorre com outras organizações a programas de cultura, a exemplo dos Pontos de Cultura (Ministério da Cultura) em parceria com um movimento de manifestação cultural chamado Sarau do Binho – que ocorre na periferia da Zona Sul, com a finalidade de desenvolver um trabalho sócio-cultural com as famílias associadas, como: atendimento social e jurídico além de atividades de áudio-visual.

FUNCIONAMENTO E ORGANIZAÇÃO

O papel de um movimento como o MDM está em aglutinar todos os trabalhadores que estão excluídos das condições necessárias para conseguir sua moradia e conseqüentemente alcançar outros direitos. Desta forma, um aspecto importante está em sua organização interna que, no exercício de inclusão, prioriza sempre o caráter coletivo de direção colegiada e auto-sustentável.

O MDM se organiza de baixo para cima e de cima para baixo, ou seja, cada núcleo tem uma coordenação local que varia de 03 (três) a 05 (cinco) pessoas, de acordo com o tamanho de cada núcleo. Acima da coordenação local há a coordenação geral do MDM que envolve ao menos um membro de cada núcleo, quer dizer: todos os núcleos têm participação na direção do movimento. Nesse sentido o MDM atua como uma organização geral de movimentos de moradia, representando todas as regiões da cidade.

O MDM tem sua forma de organização de luta baseada numa coordenação colegiada, ultrapassando aquela forma tradicional de um líder personalista. As decisões são tomadas nesse colegiado e repassadas aos núcleos que também fazem suas reuniões, e tem o papel de organizar o movimento no seu bairro.

A partir da direção colegiada as opiniões dos núcleos são discutidas e aprovadas pela maioria. O fórum máximo de deliberação é a assembléia geral dos associados. Dentro da coordenação geral existe ainda a sua executiva que toca o trabalho do movimento, em sua representação política (coordenador geral), finanças (coordenadora de finanças), comunicação (coordenador de comunicação) e formação (coordenador de formação), (coordenador jurídico), jurídico e coordenador social.
Os coordenadores do movimento são responsáveis por organizarem a luta em cada região da cidade de São Paulo e também constituírem novos núcleos do MDM. Devem mobilizar as famílias nas reuniões, destacando a necessidade de se reivindicar mais e melhores políticas de habitação para todos, além de buscar outros direitos.

O papel dos coordenadores de núcleos é fundamental, por ser a principal alavanca na mobilização das famílias associadas, tendo a tarefa de organizar, esclarecer e conscientizar as pessoas para as grandes jornadas que o movimento empreende. Sempre que possível esse coordenador deve correlacionar a luta pela habitação com as questões locais e também as questões gerais que se referem à economia ou política, dando uma dimensão mais ampla dos desafios do movimento.

COORDENAÇÃO DO MDM

O MDM organiza-se a partir de uma direção colegiada, ou seja, as opiniões dos núcleos são discutidas e aprovadas pela maioria. O fórum máximo de deliberação é a assembleia geral dos núcleos, que envolve 100% dos coordenadores.

Dentro da coordenação geral (coordenação dos núcleos) existe a sua coordenação executiva que toca o trabalho do movimento em sua representação política no cotidiano: coordenador geral, coordenador de organização, coordenador de finanças, coordenador de comunicação, coordenador de formação, coordenador de assuntos sociais. E todos os seus respectivos coordenadores adjuntos.

É também a Coordenação Executiva que representa os núcleos, perante o Poder Público, em reuniões, audiências ou formalização de convênios e projetos, além de parcerias com outras entidades.

Os coordenadores do movimento são responsáveis por organizarem a luta em cada região da cidade de São Paulo e mobilizarem as famílias nas reuniões, destacando a necessidade de se reivindicar mais e melhores políticas de habitação para todos, além de buscar outros direitos.

O papel dos coordenadores de núcleos é fundamental, por ser a principal alavanca na mobilização das famílias associadas, tendo a tarefa de organizar, esclarecer e conscientizar as pessoas para as grandes jornadas que o movimento empreende. Sempre que possível esse coordenador deve correlacionar a luta pela habitação com as questões locais e também as questões gerais, dando uma dimensão mais ampla dos desafios do movimento.

COORDENAÇÃO EXECUTIVA DO MDM

COORDENADORA GERAL: NILDA NEVES
COORDENADOR GERAL ADJUNTO: EM VACÂNCIA
COORDENADORA DE ORGANIZAÇÃO: MARIA DO AMPARO OLIVEIRA
COORDENADOR DE ORGANIZAÇÃO ADJUNTO: FRANCISCO NARCELIO GARCIA
COORDENADORA DE FINANÇAS: DALVA MARIA DE OLIVEIRA
COORDENADORA DE FINANÇAS ADJUNTA: GISLENE DOS SANTOS
COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO: EM VACÂNCIA
COORDENADOR DE FORMAÇÃO: ANTONIO PEDRO DE SOUSA
COORDENADOR DE ASSUNTOS SOCIAIS: VALMIR FERREIRA DOS SANTOS
COORDENADORA DE PROJETOS: MARIANA BARROS GOMES
COORDENADOR JURÍDICO: ANDRÉ LUIZ ROSA

CONSELHO FISCAL

1º TITULAR: ROGÉRIO AUGUSTO
2º TITULAR: ROGÉRIO BATISTA DUARTE DA SILVA
3º TITULAR: SOLANGE APARECIDA DA SILVA
1º SUPLENTE: CRISTIANE APARECIDA DOS SANTOS
2º SUPLENTE: VACÂNCIA

COORDENAÇÃO DE NÚCLEOS

FATIMA SOARES – JD. ANGELA
GILBERTO ABREU – JD. ANGELA
VALÉRIA CANESTRI – JABAQUARA
INGRID DA SILVA TRINDADE – JABAQUARA
KELLY CRISTINA – GRAJAÚ
DALVA MARIA DE OLIVEIRA – CAPÃO REDONDO
ROGÉRIO BATISTA DA SILVA DUARTE – GUARAPIRANGA
MARIA JOSE DA SILVA – GUARAPIRANGA
SILVIA APARECIDA DE JESUS – GUARAPIRANGA
FRANCISCO NARCELIO GARCIA– PIRAPORINHA
TANIA PAULA DE JESUS – PIRAPORINHA
CLARICE RIBEIRO – PIRAPORINHA
VALMIR – TAIPAS
FATIMA – TAIPAS
NADIA – TAIPAS
MEIRE – TAIPAS
MARIA DO AMPARO OLIVEIRA – CIDADE TIRADENTES
SOLANGE APARECIDA DA SILVA – CIDADE TIRADENTES
KAREN – GUAIANAZES

OBJETIVOS E BANDEIRAS

O MDM tem como objetivos principais cobrar do poder público o direito à moradia, lutar pela Reforma Urbana, elevar o nível de consciência de seus filiados através de reuniões e manifestações formando assim novos coordenadores e lideranças comunitárias.

Nesse sentido o MDM participa hoje de várias lutas gerais juntamente com outros movimentos que lutam por moradia, reivindicando mais investimento para moradia popular e mais qualidade de vida para o povo. Entretanto além de participar da organização da Conferência das Cidades, sua ação abrange outras conferências, como a Conferência de Mulheres e a Conferência de Saúde, apontando a necessidade de políticas públicas não apenas para a moradia, mas para a problemática do bem-estar social.

Nesse contexto, o Movimento Pelo Direito à Moradia defende entre outras políticas públicas: moradia digna, saneamento ambiental, transporte público de qualidade e mobilidade, educação, saúde, cultura, e participação popular. Juntamente com outras entidades e movimentos o MDM busca através de suas forças e via poder público, organizar famílias de baixa renda associadas ao movimento e inseri-las nos programas e projetos para a construção de moradia popular. O seu desafio é pressionar os Governos: Municipal, Estadual e Federal, para que se faça cumprir e ampliar os investimentos na Habitação, e que não haja corte nos orçamentos previstos, nem paralisação dos projetos em andamento.

O movimento reivindica também, que se trate com prioridade à construção de habitações na Capital de São Paulo, onde a falta de moradia é maior e se encontram a maioria das favelas, cortiços, ocupações e áreas de risco.

O movimento também somou forças a outros movimentos que juntos lutaram para construir um sistema habitacional que funcionasse nos níveis municipal, estadual e federal. Isso só foi possível depois da criação dos Fundos de Habitação e seus Conselhos Gestores. Depois de anos de luta foi criado pelo Governo Federal o FNHIS (Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social), em 16 de junho de 2005. Luta histórica de inúmeros movimentos que na época recolheu em todo país mais de 1 milhão de assinaturas – que repassaram para estados e municípios que tiverem fundos constituídos, recursos para habitação e saneamento.

Dentro desse contexto de institucionalização jurídico-legal das conquistas sociais, é fundamental descrever as conquistas do MDM durante a sua trajetória de Luta pela Moradia, que possibilitou a realização de Projetos em parceria com o poder público, SEHAB / COHAB / CAIXA ECONÔMICA FEDERAL:

Nesse sentido, o movimento juntamente com o poder público busca construir políticas de habitação popular que atenda as necessidades da população mais carente da cidade de São Paulo, trazendo-as para participar desse processo de elaboração dessas políticas, opinando e fazendo o controle social da gestão pública.

ENTIDADES / FILIAÇÃO

A FACESP é sua entidade estadual, a qual o movimento é filiado. Organiza a pauta de reivindicações do movimento comunitário junto aos órgãos dos governos, Estadual e Federal. Orienta as ações que serão realizadas em parceria com outros movimentos que reivindicam moradia no restante do Estado, onde a FACESP tem sua base.

A CONAM é nossa entidade mãe, (Nacional) que realiza, organiza e orienta em todo o Brasil a nossa luta pela moradia, além de realizar as negociações com os órgãos do governo federal responsáveis pela a habitação, saneamento e transportes. É a CONAM que representa o movimento junto ao Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal, além de participar do Conselho Nacional das Cidades, defendendo mais recursos para a habitação popular.

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